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ROTEIROS


Vestida de Preto
Roteiro dos alunos da 4ªA, professora Cristina
Setembro de 2012
Produção da EMEB Professor Ramiro Gonçalez Fernandes
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Cena 1 – Ext/noite – Rua de Botafogo, RJ
Aparece um taxi à noite, numa rua de Botafogo, RJ.
O motorista do taxi avista de longe uma moça muito bonita, pálida e vestida de preto.
A moça acena, o taxista estaciona o carro e a moça entra.
Cena 2 – Int/noite – Táxi
Dentro do automóvel a passageira bem calma e séria.
MULHER - Por favor, cemitério São João Batista!
Não demonstrando nenhum sentimento a mulher continua séria e serena. O taxista segue.
Cena 3 – Ext/noite – rua
O taxista vê uma placa indicando o destino almejado.
Cena 4 – Ext/noite – ruas
Durante o percurso na rua, árvores se balançam e as folhas caem no táxi.
Cena 5 – int/noite – táxi
No fim do trajeto (portão do cemitério), o motorista vira para avisar o preço da corrida, mas a mulher desapareceu.
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O Baile
Alunos da 4ª série B da professora Delma, 2012
Produção: EMEB Professor Ramiro Gonçalez Fernandes, Laboratório de Informática.
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Cena 1 –  Ext/noite – Rua em frente a um prédio luxuoso
Um prédio alto e chique, as portas estão abertas e pessoas bem vestidas estão entrando. Na frente um cavalete com o letreiro: Baile de gala, sábado, dia 20/10/2012 às 23h00.
Cena 2 – Int/noite - Baile
Richard, um jovem de mais ou menos 21 anos,  entra e fica admirado com todos ao seu redor pela beleza das pessoas e da festa.
Em seguida  caminha pela festa observando a maioria que esta dançando e se divertindo.
Então resolve ir tomar uma bebida, quando senta-se vê que tinha uma bela moça ao seu lado.
RICHARD – Oi, tudo bem com você?
MOÇA – Tudo, e com você?
A partir daí começaram a conversar (a câmera afasta mostrando uma geral do baile) e para não perdê-la de vista, convida-a para dançar.
RICHARD – Vamos dançar?
MOÇA – Pois não, vou adorar!
Dançam a noite toda e percebem que estavam se apaixonando cada vez mais. (Aparecem coraçõezinhos voando)
RELÓGIO – Os ponteiros vão passando rápido e param as 3h00.
No final da festa, o salão já tem poucas pessoas e os dois ainda estão dançando.
RICHARD – Quero acompanhá-la até sua casa, pois pretendo pedi-la em namoro.
MOÇA – Sim, eu aceito a sua companhia. Mas antes, peça uma água para mim, por favor.
Ele procura o garçom, pega o copo de água e retorna, mas a moça não está mais lá.
Procurou-a por todo o salão e não a encontrou.
Cena 3 – Ext/madrugada – Rua perto do cemitério
No caminho para casa, viu uma moça parecida com ela entrando no cemitério.
Cena  4  –  Int/madrugada – Quarto de Richard
Chega ao quarto se troca e vai  dormir preocupado com o que tinha visto.
Cena  5 – Int/dia – Quarto do Richard
 Richard anda de um alado a outro do quarto, pensativo.
RICHARD (decidido) - Vou ao cemitério verificar o que vi. Será que sonhei? Ou é realidade?
Cena 6 – Ext/ dia - Cemitério
Entra no cemitério  caminha olhando os túmulos até que vê  em um a foto da moça com o mesmo vestido que usava no baile e registrado que ela havia falecido há 10 anos (20/10/2002).
Cena 7 – Int/noite Baile
Richard aparece dançando sozinho na noite do baile
Ninguém via a moça com que Richard dançou, a não ser ele.


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O Homem do Saco
Roteiro dos alunos da 4ªC, professora Eliane
Outubro de 2012
Produção da EMEB Professor Ramiro Gonçalez Fernandes
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Cena 1 – ext/dia – Rua
         Um homem velho, mal vestido, sujo, parecendo um mau elemento, carrega um saco cheio. Em certo momento uma mão de criança aparece saindo do saco.
 NARRADOR: Conta a lenda que o homem do saco anda pelas ruas raptando crianças.
Cena 2 – ext/dia – Rua
         Crianças brincam na rua em frente às suas casas, sem nenhum adulto por perto.
         O homem com o saco se aproxima de uma que está brincando mais isolada e a prende no saco. As outras crianças correm.  
NARRADOR: Ele captura crianças que brincam sozinhas na rua, desrespeitam seus pais, não lhes dão valor e são malcriadas.
         Enquanto o narrador fala, aparece a cena de uma criança mostrando a língua aos pais e sendo capturada pelo homem do saco em seguida.

Cena 3 -  Noite – Fábrica abandonada
         O homem aparece na frente de um prédio abandonado com o saco cheio de crianças. Abre a porta e entra.
NARRADOR: O velho carregava essas crianças para o seu esconderijo, torturava-as e matava-as para fazer sabão e botões.
Cena 4 – Noite – Rua
         Pais andam pela rua procurando seus filhos até encontrarem somente suas roupas jogadas no chão.


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O Espírito do Cemitério
Roteiro dos alunos da 4ªD, professora Cristiane
Setembro de 2012
Produção da EMEB Professor Ramiro Gonçalez Fernandes
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Cena 1 – ext/noite - cemitério
         Um grupo de jovens está dentro de um cemitério apostando quem pega mais cruzes das lápides.
JOVEM 1 – Vamos ver quem será o vencedor de hoje!
JOVEM 2 – Há, fácil! Serei eu, o mais ágil.
JOVEM 3 – Imagine, sou muito mais esperto!
JOVEM 1 – E eu, o mais valente!
Cena 2 – ext/dia - cemitério
Uma moça muito bonita, vestida de preto, coestá triste olhando para uma lápide quando um ladrão armado se aproxima e pede sua bolsa. A jovem reage e leva um tiro no peito, falecendo na hora. O ladrão pega a bolsa e corre.
Cena 3 – ext/dia - cemitério
         Mostra dois dos jovens da primeira cena observando o assalto, escondidos atrás dos muros do cemitério.
Cena 4 – ext/dia - cemitério
Sepultamento da moça bonita no mesmo cemitério.
Cena 5 – ext/dia – cemitério
Semanas depois... um dos jovens, que não presenciou o assalto,  está sentado em um dos túmulos.
         JOVEM 1 – Olá!
         MOÇA – Duvido que você consiga roubar aquela cruz para mim esta noite! (Aponta para um túmulo próximo, a câmera mostrará a lápide com a foto da moça)
         JOVEM 1 – Sou bom nisso, eu topo!
         A moça entrega uma rosa ao jovem e ele guarda-a no bolso.
         JOVEM 1 – Muito obrigado!
(mostra um coração nos olhos do rapaz)

Cena 6 – ext/noite - Cemitério
         Mostra o rapaz, de madrugada, junto aos amigos, procurando a lápide e a cruz pedidas pela bela moça.
         Mostra o cemitério, sem a lápide e a cruz da moça, tendo um espaço vazio.
         JOVEM 3 – Você tá imaginando coisas.
         JOVEM 2 – Tá tirando onda com a nossa cara, isso sim. Aqui não tem cruz nenhuma.
         JOVEM 1 – Não, é verdade, tem até a rosa que a moça bonita me deu.
O Rapaz põe a mão no bolso, retirando um pedaço de osso humano no lugar da rosa (cara de assustado).






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3 comentários:

Anônimo disse...

cristina!

Anônimo disse...

esse da 4c e da 4b ficaram bem mais legais do que o da 4a

Anônimo disse...

Bem legal rsrsrs!!!!

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